Dante esperava ansiosamente a resposta do médico que havia examinado Alice. De repente a porta se abre e o doutor aparece para dar o estado de Alice.
-E então doutor? O que ela tem? – pergunta Dante esperando uma boa resposta.
-Nada de mais aconteceu, ela está bem. Esta acordada no quarto sete. O senhor poderá vê-la, mas há uma noticia ruim. Não conseguimos identificar o que, mas ela tem algo preso dentro de si. Como um tumor, ou algo parecido – diz o doutor – mas nada pra se preocupar demais por esta numa fase simples. Podemos operá-la amanhã de manhã mesmo e de noite ela já poderá ser liberada.
Dante se contenta com a notícia e vai em direção ao quarto sete onde tem uma grande surpresa. Ele encontra Alice e Tom no mesmo quarto, em camas separadas, mas no mesmo quarto de repouso. Ao ver que tudo estava bem, Dante vai até a casa da mãe de Alice e explica a situação.
Arch leva Lara até a casa dela onde se despedem rapidamente e se afastam. Andando a caminho de casa, ouvi-se um som de passos rápidos. Arch olha pra trás e encontra Lara correndo a seu caminho, que o abraça e o beija.
O dia passa bem devagar. Tom e Alice dormem em seus quartos no hospital, Dante dorme na sala de espera e Arch tenta dormir, mas a imagem de Lara não sai de sua cabeça.
Os médicos chegam de madrugada para fazer a operação de Alice que toma anestesia para dormir até tudo acabar. Mas quando tudo parecia dar certo, o corpo de Alice começa a se contorcer e os médicos não conseguem segurá-la. Um líquido branco escorre do corpo de Alice e uma boa parte cai sobre os ferimentos de Tom que acorda com uma dor terrível no braço no qual é atingido. Tom começa a se contorcer como Alice e também de seu corpo o líquido é escorrido.
Os dois se transformam em demônios e começam a atacar os médicos que gritam a pedido de ajuda. Dante ouve seus gritos e vai em direção ao quarto onde vê Alice transformada. Ao abrir a porta por inteiro, Dante recebe uma forte pancada na cabeça dada por Tom que se escondia atrás da porta.
Arch sem conseguir dormir vai em direção ao hospital pra ver o estado de Alice. Ao chegar perto vê uma cadeira sendo jogada pela janela por uma figura estranhamente familiar. Ele começa a correr mais rápido e chega até o interior do hospital onde vê os médicos correndo desesperadamente. Tom e Alice atiraram Dante em direção a porta na recepção onde Arch estava.
Ao ver o que estava atacando seu pai, Arch se assusta. “Como eles ficaram assim?” ele pensa.
Uma expressão séria sai de seu rosto e ao colocar sua máscara, duas asas inexplicavelmente grandes saem de suas costas. Arch prende Alice e Tom, e de seus olhos algo sugou a energia dos dois demônios. Os dois haviam recuperado seu corpo e Dante mesmo machucado vai em direção á Alice e Tom e aprisiona seus demônios em seus corpos.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Capítulo 20 - Surpresa
-De onde você tirou isso? O que foi isso que você acertou? – pergunta Alice num tom desesperado.
-Não temos tempo para perguntas – responde Arch – Corre, vamos rápido lá pra casa.
Puxando uma espada do ar Arch começa a correr logo atrás de Alice e Lara.
-Só eu não tenho um dessas? – pergunta Alice sem perder seu senso de humor mesmo em uma situação difícil.
Alice começa a olhar pra trás pra ver o estava seguindo-os. Ao ver um o demônio correndo suas pernas travam e a impossibilita de correr. Arch para e olha pra Alice que grita desesperadamente e desmaia. Da neblina duas figuras mascaradas pegam Alice e começam a correr em direção à casa de Arch.
Um dos mascarados abre a porta de casa e bota Alice sobre a mesa.
-Bom saber que existem outros espardas aqui. – reponde Arch tirando sua máscara – cuide da Alice que eu vou buscar a Lara.
-Aprecio sua preocupação, mas isso não se faz necessário – responde a esparda tirando sua máscara revelando seu rosto, Lara.
Arch olha pra rosto de Lara e não consegue acreditar. Não acreditava em coincidência, só poderia ser mesmo obra do destino. Lara uma esparda, como ele. Por um lado era ótimo, pois era um pretexto para se verem, mas também era ruim, pois ela teria que lutar e o fato dela poder se machucar o deixava inquieto.
-O que esta acontecendo? – perguntou Dante descendo as escadas correndo ao ver Alice sobre a mesa desmaiada.
Arch explica o ocorrido para Dante que rapidamente leva Alice para o carro em direção ao hospital. Arch e Lara nada podiam fazer no momento, então Dante os deixa em casa enquanto leva Alice.
Chegando rapidamente ao hospital, Dante a leva para a sala de emergência e diz que foi algo que a atingiu enquanto andava. Os médicos desconfiaram, pois não havia qualquer marca que comprovasse o fato, mas mesmo assim os médicos a atendeu de imediato.
Enquanto Alice era examinada, Arch e Lara conversam na casa de Dante.
-Por que você não havia dito que era uma esparda? – pergunta Arch.
-Eu não poderia, nem sabia que você também era – responde Lara – não podia sair perguntando pra todos se são espardas!
Arch riu pela pergunta idiota que havia acabado de fazer pra Lara. Ela não tinha como adivinhar que ele era um esparda. Suas palavras mais pareciam sem sentido a cada minuto que ficava perto de Lara.
-Não temos tempo para perguntas – responde Arch – Corre, vamos rápido lá pra casa.
Puxando uma espada do ar Arch começa a correr logo atrás de Alice e Lara.
-Só eu não tenho um dessas? – pergunta Alice sem perder seu senso de humor mesmo em uma situação difícil.
Alice começa a olhar pra trás pra ver o estava seguindo-os. Ao ver um o demônio correndo suas pernas travam e a impossibilita de correr. Arch para e olha pra Alice que grita desesperadamente e desmaia. Da neblina duas figuras mascaradas pegam Alice e começam a correr em direção à casa de Arch.
Um dos mascarados abre a porta de casa e bota Alice sobre a mesa.
-Bom saber que existem outros espardas aqui. – reponde Arch tirando sua máscara – cuide da Alice que eu vou buscar a Lara.
-Aprecio sua preocupação, mas isso não se faz necessário – responde a esparda tirando sua máscara revelando seu rosto, Lara.
Arch olha pra rosto de Lara e não consegue acreditar. Não acreditava em coincidência, só poderia ser mesmo obra do destino. Lara uma esparda, como ele. Por um lado era ótimo, pois era um pretexto para se verem, mas também era ruim, pois ela teria que lutar e o fato dela poder se machucar o deixava inquieto.
-O que esta acontecendo? – perguntou Dante descendo as escadas correndo ao ver Alice sobre a mesa desmaiada.
Arch explica o ocorrido para Dante que rapidamente leva Alice para o carro em direção ao hospital. Arch e Lara nada podiam fazer no momento, então Dante os deixa em casa enquanto leva Alice.
Chegando rapidamente ao hospital, Dante a leva para a sala de emergência e diz que foi algo que a atingiu enquanto andava. Os médicos desconfiaram, pois não havia qualquer marca que comprovasse o fato, mas mesmo assim os médicos a atendeu de imediato.
Enquanto Alice era examinada, Arch e Lara conversam na casa de Dante.
-Por que você não havia dito que era uma esparda? – pergunta Arch.
-Eu não poderia, nem sabia que você também era – responde Lara – não podia sair perguntando pra todos se são espardas!
Arch riu pela pergunta idiota que havia acabado de fazer pra Lara. Ela não tinha como adivinhar que ele era um esparda. Suas palavras mais pareciam sem sentido a cada minuto que ficava perto de Lara.
sábado, 25 de abril de 2009
Capítulo 19 - Na Neblina
Às oito e meia a campainha toca na casa de Dante. Ele vai até a porta e a abre, encontrando Alice e Lara. Arch desce as escadas e encontra as duas na porta.
-Vamos dar um volta, Arch? – pergunta Alice.
-Claro, quer dizer, vamos sim – responde Arch.
Alice e Arch levam Lara até uma praça. Do nada uma forte chuva começa a cair. Os três correm para uma barraca perto ao lado da praia para não se molharem. O tempo começa a esfriar.
-E então Lara o que você esta achando do colégio? – pergunta Alice para Lara.
Lara nem ouve. Seus olhos estavam fixamente ligados aos de Arch que também não desvia olhar.
-Ah que lindo – diz Alice.
-Lindo o que? – perguntam Arch e Lara ao mesmo tempo com olhar de timidez.
-Vocês dois, não conseguem ver o óbvio na frente de seus olhos – diz Alice sorrindo para os dois.
-E então, acha que não rola nada? – pergunta Alice rindo.
Os dois começaram a rir. Não tinham coragem nem de olhar um pro outro.
-Esta ficando frio, não é? – muda de assunto Lara.
Arch tira seu casaco e coloca sobre Lara que o agradece. Alice só os observa. Arch chega cada vez mais perto de Lara. Lara também começa a chegar perto, até que os dois acabam por se beijarem.
A pouca percepção do tempo era inevitável. Talvez tenha passado apenas segundos ou talvez minutos. Talvez o tempo tenha parado ou suas vidas passaram rapidamente naquele momento.
Quando os dois abrem seus olhos uma densa neblina aparece e duas sombras de forma descomunal aparecem.
-Cuidado Arch! – diz Lara enquanto enfia uma espada em um demônio escondido na névoa.
-Vamos dar um volta, Arch? – pergunta Alice.
-Claro, quer dizer, vamos sim – responde Arch.
Alice e Arch levam Lara até uma praça. Do nada uma forte chuva começa a cair. Os três correm para uma barraca perto ao lado da praia para não se molharem. O tempo começa a esfriar.
-E então Lara o que você esta achando do colégio? – pergunta Alice para Lara.
Lara nem ouve. Seus olhos estavam fixamente ligados aos de Arch que também não desvia olhar.
-Ah que lindo – diz Alice.
-Lindo o que? – perguntam Arch e Lara ao mesmo tempo com olhar de timidez.
-Vocês dois, não conseguem ver o óbvio na frente de seus olhos – diz Alice sorrindo para os dois.
-E então, acha que não rola nada? – pergunta Alice rindo.
Os dois começaram a rir. Não tinham coragem nem de olhar um pro outro.
-Esta ficando frio, não é? – muda de assunto Lara.
Arch tira seu casaco e coloca sobre Lara que o agradece. Alice só os observa. Arch chega cada vez mais perto de Lara. Lara também começa a chegar perto, até que os dois acabam por se beijarem.
A pouca percepção do tempo era inevitável. Talvez tenha passado apenas segundos ou talvez minutos. Talvez o tempo tenha parado ou suas vidas passaram rapidamente naquele momento.
Quando os dois abrem seus olhos uma densa neblina aparece e duas sombras de forma descomunal aparecem.
-Cuidado Arch! – diz Lara enquanto enfia uma espada em um demônio escondido na névoa.
Capítulo 18 - Esquecendo as preocupações
Lara cumprimentou a turma e foi se sentar ao lado de Arch. Ela tinha 12 anos, cabelos pretos e olhos castanhos tão claros quanto à cor de mel. Arch quando a olhou perdeu toda a noção do que estava acontecendo.
-Oi! Meu nome é Lara – diz Lara para Arch que perde o fôlego –Qual o seu nome?
Arch não conseguia responder, nenhuma palavra saia de sua boca por mais que tentasse falar.
- Desculpa Lara, ele é mudo, já tentamos ajudar, mas de nada adianta – brincou Alice fazendo-a sorrir.
-Meu nome é Alice e ele é o Arch, muito prazer em conhecê-la!
-O prazer é todo meu – responde Lara.
Aula passou, Arch pega sua mochila e sai dando uma última olhada para Lara.
-Você vai fazer alguma coisa essa noite? – pergunta Lara para Alice.
-Não. Por quê?
-Você poderia me mostrar a cidade, eu sou nova aqui e não conheço quase nada – disse Lara vendo Alice sorrir e acenar positivamente – Você poderia também levar o Arch pra ir conosco se você quiser.
Alice começou a suspeitar e abriu um largo sorriso:
-Pode deixar eu que eu o chamarei pra ir conosco.
Alice e Lara pegam suas mochilas e vão juntas pra casa.
Lara morava á duas casas ao lado de Alice então não tinha muita distância entre a casa das duas.
-Então quando der oito horas eu a chamo – disse Alice.
-Ta bom, eu aguardarei ansiosa – responde Lara.
Na cabeça de Alice se passa uma idéia “claro que estará ansiosa, Arch irá junto”. Alice entra sorrindo em casa.
-Oi! Meu nome é Lara – diz Lara para Arch que perde o fôlego –Qual o seu nome?
Arch não conseguia responder, nenhuma palavra saia de sua boca por mais que tentasse falar.
- Desculpa Lara, ele é mudo, já tentamos ajudar, mas de nada adianta – brincou Alice fazendo-a sorrir.
-Meu nome é Alice e ele é o Arch, muito prazer em conhecê-la!
-O prazer é todo meu – responde Lara.
Aula passou, Arch pega sua mochila e sai dando uma última olhada para Lara.
-Você vai fazer alguma coisa essa noite? – pergunta Lara para Alice.
-Não. Por quê?
-Você poderia me mostrar a cidade, eu sou nova aqui e não conheço quase nada – disse Lara vendo Alice sorrir e acenar positivamente – Você poderia também levar o Arch pra ir conosco se você quiser.
Alice começou a suspeitar e abriu um largo sorriso:
-Pode deixar eu que eu o chamarei pra ir conosco.
Alice e Lara pegam suas mochilas e vão juntas pra casa.
Lara morava á duas casas ao lado de Alice então não tinha muita distância entre a casa das duas.
-Então quando der oito horas eu a chamo – disse Alice.
-Ta bom, eu aguardarei ansiosa – responde Lara.
Na cabeça de Alice se passa uma idéia “claro que estará ansiosa, Arch irá junto”. Alice entra sorrindo em casa.
Capítulo 17 - Deixando o vento guiar
Victor se levanta e pergunta para Dante se ele sabia onde estava o livro “a arte de feitiços ofensivos”. Dante vai até a mesa e pega o livro, mas quando ele segura muitas informações lhe vêm a cabeça.
-Dante, ta tudo bem ai? – pergunta Victor.
-Eu vi muitas coisas passando na minha cabeça – responde Dante.
Victor dá um sorriso e levanta sua mão em direção a pia, de onde sai uma bolha de água em rápida velocidade em direção a Dante que estende sua mão e congela a bolha e a segura. Arch se surpreende, mas Dante já sabia o que havia acontecido.
-No momento em que você tocou o livro as informações dele passaram pra você. É um dom que apenas o espardas tem – diz Victor agora olhando para Arch – Agora é a sua vez.
Arch o segura e retém todas as informações do livro.
-Poderia me dizer que dia é hoje? – pergunta Victor.
Dante vai até o calendário e diz que é dia 3 de fevereiro.
-Precisamos nos preparar! De acordo com as últimas informações que deram à nossa sociedade, os demônios vão atacar no dia 7 de julho, então devemos reunir os espardas o mais rápido possível. Eu irei à procura deles, eu voltarei no dia 22 de junho com para começar as ver as medidas que serão tomadas para a invasão.
Victor se vira, pega sua espada, vai em direção à porta e segui seu rumo em direção ao encontro com os outros espardas.
Dante vai até a escola dar explicações, mas quando chega ninguém lembrava o que tinha acontecido. Só se ouvia os alunos falando do que aconteceu, mas os professores e responsáveis de nada lembravam. Dante então deixa Arch no colégio e vai embora para sua casa. Quando Dante bota a mão no bolso encontra um papel, escrito por Victor que dizia “eu dei um jeito no colégio não se preocupe, fiquei sabendo do que aconteceu, apenas os alunos lembram, mas quem acreditará em crianças”. Dante da um sorriso e continua a caminho de casa.
-O que aconteceu ontem Arch? – pergunta Alice – Eu fiquei preocupada.
-Alice me desculpe, mas não posso dizer. Não agora, mas juro que lhe direi um dia.
Alice confiava em Arch, então nem quis continuar a conversa.
-Onde está o Tom? – pergunta Arch o procurando em cada canto da sala.
-Ele ontem no terraço quando tentou me salvar acabou batendo de cabeça e agora esta no hospital. Todos pensam que foi numa brincadeira, mas nós sabemos que não.
Arch se sentiu culpado pelo que aconteceu, mas tentou pensar o mínimo possível no que aconteceu.
-Bom dia, pessoal. – diz a professora – Hoje eu quero apresentar a vocês a nova aluna, Lara.
-Dante, ta tudo bem ai? – pergunta Victor.
-Eu vi muitas coisas passando na minha cabeça – responde Dante.
Victor dá um sorriso e levanta sua mão em direção a pia, de onde sai uma bolha de água em rápida velocidade em direção a Dante que estende sua mão e congela a bolha e a segura. Arch se surpreende, mas Dante já sabia o que havia acontecido.
-No momento em que você tocou o livro as informações dele passaram pra você. É um dom que apenas o espardas tem – diz Victor agora olhando para Arch – Agora é a sua vez.
Arch o segura e retém todas as informações do livro.
-Poderia me dizer que dia é hoje? – pergunta Victor.
Dante vai até o calendário e diz que é dia 3 de fevereiro.
-Precisamos nos preparar! De acordo com as últimas informações que deram à nossa sociedade, os demônios vão atacar no dia 7 de julho, então devemos reunir os espardas o mais rápido possível. Eu irei à procura deles, eu voltarei no dia 22 de junho com para começar as ver as medidas que serão tomadas para a invasão.
Victor se vira, pega sua espada, vai em direção à porta e segui seu rumo em direção ao encontro com os outros espardas.
Dante vai até a escola dar explicações, mas quando chega ninguém lembrava o que tinha acontecido. Só se ouvia os alunos falando do que aconteceu, mas os professores e responsáveis de nada lembravam. Dante então deixa Arch no colégio e vai embora para sua casa. Quando Dante bota a mão no bolso encontra um papel, escrito por Victor que dizia “eu dei um jeito no colégio não se preocupe, fiquei sabendo do que aconteceu, apenas os alunos lembram, mas quem acreditará em crianças”. Dante da um sorriso e continua a caminho de casa.
-O que aconteceu ontem Arch? – pergunta Alice – Eu fiquei preocupada.
-Alice me desculpe, mas não posso dizer. Não agora, mas juro que lhe direi um dia.
Alice confiava em Arch, então nem quis continuar a conversa.
-Onde está o Tom? – pergunta Arch o procurando em cada canto da sala.
-Ele ontem no terraço quando tentou me salvar acabou batendo de cabeça e agora esta no hospital. Todos pensam que foi numa brincadeira, mas nós sabemos que não.
Arch se sentiu culpado pelo que aconteceu, mas tentou pensar o mínimo possível no que aconteceu.
-Bom dia, pessoal. – diz a professora – Hoje eu quero apresentar a vocês a nova aluna, Lara.
Capítulo 16 - Lutando contra as trevas de Victor
Victor se vira e em seu rosto não se via vestígios de seu ser. O demônio o controlara aos poucos e de seus membros escorre o líquido de sua máscara que cria a forma física de seu demônio. O demônio Victor olhe ferozmente para os dois que rapidamente empunham suas espadas e colocam suas máscaras. Sem perder tempo Dante corre em direção ao demônio e tenta o ferir, mas de nada adianta, pois sua velocidade não é tão rápida quanto à do demônio. Arch tenta o surpreender chegando pela retaguarda, mas o demônio se esquiva de seus ataques e fere o seu braço. Ele cai num ritmo lento tentando se apoiar na espada. Do braço de Arch sai um líquido branco que o regenera o deixando um osso extremamente forte em seu braço.
Dante tenta ferir o demônio que consegue pegar sua espada e cortar superficialmente suas pernas, que começam a escorrer sangue. O sangue se junta á raiva de Dante e suas pernas mutam se transformando nas pernas de seu demônio.
Sua velocidade aumenta e ele consegue seguir os movimentos do demônio que tentar fugir, mas Arch o surpreende com um soco em seu rosto.
-Para que vocês estão aqui? – pergunta o demônio.
-Salvar a humanidade – respondem.
-Como?
- Com nossas próprias mãos – responde Dante.
O demônio se levanta e tenta os atacar, mas tudo é em vão, pois Arch se protege com seu braço enquanto Dante consegue esquivar de seus ataques.
-Nessa velocidade isso nunca acabará – diz Arch.
-É a nossa única alternativa – responde Dante.
O demônio começa a se transformar e saem de sua pele milhares de ossos que seguram Arch. Quando o demônio ia dar o último ataque a Arch, Dante aparece e corta seus ossos impedindo que o demônio segurasse o seu filho. O demônio agoniza e Arch o segura pelos braços o imobilizando. Dante chega perto e corta cada parte do corpo do demônio transformada tirando de dentro dele Victor.
Victor começa a cambalear e cai de costas no chão, tentando estabilizar sua respiração e dá um aceno para Dante e Arch.
-Bom saber que ainda estou vivo e que essa não foi meu ultimo ensinamento – diz Victor sorrindo.
Dante tenta ferir o demônio que consegue pegar sua espada e cortar superficialmente suas pernas, que começam a escorrer sangue. O sangue se junta á raiva de Dante e suas pernas mutam se transformando nas pernas de seu demônio.
Sua velocidade aumenta e ele consegue seguir os movimentos do demônio que tentar fugir, mas Arch o surpreende com um soco em seu rosto.
-Para que vocês estão aqui? – pergunta o demônio.
-Salvar a humanidade – respondem.
-Como?
- Com nossas próprias mãos – responde Dante.
O demônio se levanta e tenta os atacar, mas tudo é em vão, pois Arch se protege com seu braço enquanto Dante consegue esquivar de seus ataques.
-Nessa velocidade isso nunca acabará – diz Arch.
-É a nossa única alternativa – responde Dante.
O demônio começa a se transformar e saem de sua pele milhares de ossos que seguram Arch. Quando o demônio ia dar o último ataque a Arch, Dante aparece e corta seus ossos impedindo que o demônio segurasse o seu filho. O demônio agoniza e Arch o segura pelos braços o imobilizando. Dante chega perto e corta cada parte do corpo do demônio transformada tirando de dentro dele Victor.
Victor começa a cambalear e cai de costas no chão, tentando estabilizar sua respiração e dá um aceno para Dante e Arch.
-Bom saber que ainda estou vivo e que essa não foi meu ultimo ensinamento – diz Victor sorrindo.
Capítulo 15 - Regeneração Demoníaca
-O anjo da morte? – surpreende-se Dante – Não consigo compreender. Se ele está vivo, por que não acabou com os vastros lordes?
Os olhos de Arch procuraram rapidamente os de Victor atrás de respostas objetivas.
-Realmente você não entendeu. O anjo da morte nunca foi visto, é uma lenda! Mas isso não se dá importância, pois diz à lenda que o anjo da morte não sabe o que é. Apenas quando ele souber irá fazer a transformação do anjo. Mas como isso é uma lenda então não vamos crer na existência do amanha e no focarmos no hoje. Precisamos reunir os espardas restantes.
-Como faremos isso – pergunta Arch – é mais fácil acreditarmos na lenda e esperar do que reunir espardas de todos os cantos do mundo sem ao menos saber seu número populacional. Como você já havia dito os espardas estão se procriando e a única possibilidade que temos de saber é que pelo menos nenhum esparda pode se desenvolver como meu pai, pois não existem demônios nesse mundo.
Victor deu uma risadinha rápida e não deu atenção aos detalhes de Arch.
-Se vocês preferirem pode sentar e chorar, mas eu vou procurar os espardas – diz Victor – mas eu recomendo vocês treinarem os feitiços ofensivos e a manipulação energética não só de si, mas também de seus demônios, para fácil recuperação. Recuperação demoníaca.
-O que mais não sabemos? – pergunta Arch – Sempre tem algo diferente do qual nunca ouvimos falar.
-E você ainda não viu nada – disse Victor para Arch que sorriu – Faz parte do ofício. A máscara dá a força do demônio e a recuperação, agora sempre que vocês se ferirem vocês devem usar o poder do seu demônio para curar suas feridas. Mas há conseqüências. A cada ferida você irá parecer cada vez mais com o demônio de vocês, e quando vocês se ferirem completamente, os seus demônios o controlarão.
-Então, o que devemos fazer para obter esse poder? – pergunta Dante.
-A luta é o único meio de se obter rápido aprendizado. Vocês devem aprender a canalizar a parte do demônio correspondente à parte do seu corpo ferido. Mas há um sentimento usado para canalizar isso chamado raiva.
-E como canalizamos a raiva – perguntam Dante e Arch ao mesmo tempo.
-Terão que passar por uma situação difícil, algo inesperado irá acontecer – diz Victor enquanto Dante e Arch o observam se afastando dele – Minha única dica é não usar toda sua raiva por que raiva gera o ódio e o ódio gera a morte. Aprendam sozinhos pois essa pode ser talvez minha única dica.
Victor se ajoelha e começa a gritar, de seu corpo se forma o demônio interior dele.Victor pega sua espada e olha fixamente para os dois. “Essa é sua única chance, esparda”.
Os olhos de Arch procuraram rapidamente os de Victor atrás de respostas objetivas.
-Realmente você não entendeu. O anjo da morte nunca foi visto, é uma lenda! Mas isso não se dá importância, pois diz à lenda que o anjo da morte não sabe o que é. Apenas quando ele souber irá fazer a transformação do anjo. Mas como isso é uma lenda então não vamos crer na existência do amanha e no focarmos no hoje. Precisamos reunir os espardas restantes.
-Como faremos isso – pergunta Arch – é mais fácil acreditarmos na lenda e esperar do que reunir espardas de todos os cantos do mundo sem ao menos saber seu número populacional. Como você já havia dito os espardas estão se procriando e a única possibilidade que temos de saber é que pelo menos nenhum esparda pode se desenvolver como meu pai, pois não existem demônios nesse mundo.
Victor deu uma risadinha rápida e não deu atenção aos detalhes de Arch.
-Se vocês preferirem pode sentar e chorar, mas eu vou procurar os espardas – diz Victor – mas eu recomendo vocês treinarem os feitiços ofensivos e a manipulação energética não só de si, mas também de seus demônios, para fácil recuperação. Recuperação demoníaca.
-O que mais não sabemos? – pergunta Arch – Sempre tem algo diferente do qual nunca ouvimos falar.
-E você ainda não viu nada – disse Victor para Arch que sorriu – Faz parte do ofício. A máscara dá a força do demônio e a recuperação, agora sempre que vocês se ferirem vocês devem usar o poder do seu demônio para curar suas feridas. Mas há conseqüências. A cada ferida você irá parecer cada vez mais com o demônio de vocês, e quando vocês se ferirem completamente, os seus demônios o controlarão.
-Então, o que devemos fazer para obter esse poder? – pergunta Dante.
-A luta é o único meio de se obter rápido aprendizado. Vocês devem aprender a canalizar a parte do demônio correspondente à parte do seu corpo ferido. Mas há um sentimento usado para canalizar isso chamado raiva.
-E como canalizamos a raiva – perguntam Dante e Arch ao mesmo tempo.
-Terão que passar por uma situação difícil, algo inesperado irá acontecer – diz Victor enquanto Dante e Arch o observam se afastando dele – Minha única dica é não usar toda sua raiva por que raiva gera o ódio e o ódio gera a morte. Aprendam sozinhos pois essa pode ser talvez minha única dica.
Victor se ajoelha e começa a gritar, de seu corpo se forma o demônio interior dele.Victor pega sua espada e olha fixamente para os dois. “Essa é sua única chance, esparda”.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Capítulo 14 - O Anjo da Morte
Tudo havia acabado. Arch conseguiu aprisionar o demônio no corpo e Dante e Victor já haviam saído da mente de Arch. Victor desenvolve a máscara de Arch.
-Pai o que são espardas? – pergunta Arch à Dante vendo Victor arregalando os olhos.
-Nós, filho.
-Mas o significado disso?
-Não sei exatamente o que é! – diz Dante que começa a contar a história da guerra á vinte anos atrás.
Victor se levanta e fica olhando fixamente a janela.
-Espardas estão se procriando então – diz Victor que abre as cortinas da janela - A sociedade dos híbridos esta realmente em andamento.
-O que você sabe sobre os espardas? Que sociedade é essa?
-A sociedade em que por bem ou por mal vocês serão obrigados a comparecer.
Os olhos de Dante e Arch congelaram. Victor pegou fôlego e começou a falar:
- Espardas são guerreiros de alta força de espírito. Pessoas com poderes excepcionais. E por seu grande poder, formaram uma sociedade destinada à escolher o caminho da luz e das trevas. Os espardas poderiam controlar o mundo com seus poderes, mas acham melhor usá-los para converter as trevas em luz. Mas nem todo esparda é fiel a sociedade. Alguns deles se rendem ao poder e a cobiça e seu corpo como castigo é transformado no demônio em que aprisionou. Eles são denominados Vastro Lordes, os demônios híbridos. A classe mais forte das linhagens demoníacas antigas. Nós, verdadeiros espardas tínhamos o plano de procriação de nossa espécie para acabar com todos os que se opunham a fazer bem pela sociedade. Mas nosso último líder da organização, Grimm, se virou contra nós e aniquilou a maior parte da nossa sociedade. Dizem que apenas uma pessoa pode acabar com ele, o anjo da morte, o esparda que luta pelo verdadeiro e mais precioso bem do mundo no qual nenhum esparda até hoje conhece.
-Pai o que são espardas? – pergunta Arch à Dante vendo Victor arregalando os olhos.
-Nós, filho.
-Mas o significado disso?
-Não sei exatamente o que é! – diz Dante que começa a contar a história da guerra á vinte anos atrás.
Victor se levanta e fica olhando fixamente a janela.
-Espardas estão se procriando então – diz Victor que abre as cortinas da janela - A sociedade dos híbridos esta realmente em andamento.
-O que você sabe sobre os espardas? Que sociedade é essa?
-A sociedade em que por bem ou por mal vocês serão obrigados a comparecer.
Os olhos de Dante e Arch congelaram. Victor pegou fôlego e começou a falar:
- Espardas são guerreiros de alta força de espírito. Pessoas com poderes excepcionais. E por seu grande poder, formaram uma sociedade destinada à escolher o caminho da luz e das trevas. Os espardas poderiam controlar o mundo com seus poderes, mas acham melhor usá-los para converter as trevas em luz. Mas nem todo esparda é fiel a sociedade. Alguns deles se rendem ao poder e a cobiça e seu corpo como castigo é transformado no demônio em que aprisionou. Eles são denominados Vastro Lordes, os demônios híbridos. A classe mais forte das linhagens demoníacas antigas. Nós, verdadeiros espardas tínhamos o plano de procriação de nossa espécie para acabar com todos os que se opunham a fazer bem pela sociedade. Mas nosso último líder da organização, Grimm, se virou contra nós e aniquilou a maior parte da nossa sociedade. Dizem que apenas uma pessoa pode acabar com ele, o anjo da morte, o esparda que luta pelo verdadeiro e mais precioso bem do mundo no qual nenhum esparda até hoje conhece.
Capítulo 13 - Medo de Demônios
Dante achou que era tarde demais. Arch havia enfiado a espada na cabeça do demônio. Então ele retira a espada e o demônio começa a curar-se.
-Dante, ainda não é tarde – grita Victor ainda na base do castelo – ele não pode morrer, seu filho está com medo e isso impedirá a morte do demônio.
Dante puxa sua espada.
-Como posso puxar a máscara? – pergunta Dante a Victor.
-Corte a ponta de seu dedo e passe no seu rosto.
Dante assim fez, mordeu a ponta do dedo e passou em seu rosto no qual saiu um líquido branco espesso que endureceu rápido em seu rosto formando a máscara. Ele se junta a Arch na luta quando o demônio corta superficialmente o braço de seu filho que cai deixando sua espada de lado. Dante vê seu filho gritando de dor e de acordo com suas emoções o tempo e o cenário mudaram. Começou a chover forte, e seus pingos caiam na velocidade das lágrimas de Arch.
-Arch, me escuta! Você deve imaginar esse demônio sendo preso em algo. Tudo que você pensa é real aqui, nós podemos detê-lo. – diz Dante.
-Não, eu não consigo!
-Claro que você pode! Você é como eu, você é um esparda!
Arch fez uma feição de mal entendido para Dante.
-Bem o que você é não importa, você deve acabar com ele!
-Pai, ele me aterroriza. Eu não consigo imaginar isso!
-Ter medo é normal, Arch. Faz parte de nós, mas o que fazemos com o nosso medo que nos diferencia como ser humano.
-Ele é muito forte, desculpa pai.
-Não peço que você faça por mim ou por você. Peço que faça por ela, que foi vítima dessa criatura. Você tem a chance de vingá-la e dar paz a sua alma.
-De quem você esta falando? – pergunta Arch.
-Sua mãe.
Os olhos de Arch começaram a lacrimejar e de dentro dele seus ossos começaram a crescer e saem de seu corpo indo em direção ao demônio que não consegue fugir e acaba sendo preso. Dante chega perto do demônio e o aprisiona no corpo de Arch.
-Dante, ainda não é tarde – grita Victor ainda na base do castelo – ele não pode morrer, seu filho está com medo e isso impedirá a morte do demônio.
Dante puxa sua espada.
-Como posso puxar a máscara? – pergunta Dante a Victor.
-Corte a ponta de seu dedo e passe no seu rosto.
Dante assim fez, mordeu a ponta do dedo e passou em seu rosto no qual saiu um líquido branco espesso que endureceu rápido em seu rosto formando a máscara. Ele se junta a Arch na luta quando o demônio corta superficialmente o braço de seu filho que cai deixando sua espada de lado. Dante vê seu filho gritando de dor e de acordo com suas emoções o tempo e o cenário mudaram. Começou a chover forte, e seus pingos caiam na velocidade das lágrimas de Arch.
-Arch, me escuta! Você deve imaginar esse demônio sendo preso em algo. Tudo que você pensa é real aqui, nós podemos detê-lo. – diz Dante.
-Não, eu não consigo!
-Claro que você pode! Você é como eu, você é um esparda!
Arch fez uma feição de mal entendido para Dante.
-Bem o que você é não importa, você deve acabar com ele!
-Pai, ele me aterroriza. Eu não consigo imaginar isso!
-Ter medo é normal, Arch. Faz parte de nós, mas o que fazemos com o nosso medo que nos diferencia como ser humano.
-Ele é muito forte, desculpa pai.
-Não peço que você faça por mim ou por você. Peço que faça por ela, que foi vítima dessa criatura. Você tem a chance de vingá-la e dar paz a sua alma.
-De quem você esta falando? – pergunta Arch.
-Sua mãe.
Os olhos de Arch começaram a lacrimejar e de dentro dele seus ossos começaram a crescer e saem de seu corpo indo em direção ao demônio que não consegue fugir e acaba sendo preso. Dante chega perto do demônio e o aprisiona no corpo de Arch.
Capítulo 12 - Ação e Reação
Victor deu as costas a Dante e pega seu livro, que ao ser tocado começa a brilhar e um símbolo ligeiramente familiar aparece e marca sua mão.
-Vamos até seu filho? – pergunta Victor esperando Dante o levar até Arch.
-Vamos até o Arch?
-Ele é o Arch! – responde Dante.
-Não o seu corpo. Sua alma! – diz Victor vendo Dante acenar positivamente - Mas saiba que não podemos matar o demônio, só o aprisionaremos. Caso contrário seu filho morrerá junto e nós ficaremos presos em seu corpo para sempre. Vamos seguir meu plano, vamos achá-lo, o aprisionar e sair.
Dante e Victor fizeram um círculo em volta de Arch e fecharam os olhos. Quando eles abriram se viram dento de Arch.
Um lugar descomunal aparece diante de seus olhos. As cenas aparecem e desaparecem, as paredes e chão muda de lugar.
-Vamos Dante. Arch deve estar por aqui.
Uma cena de um castelo aparece e Dante e Victor entram nele.
-Victor, olhe ali – diz Dante apontando para o alto do castelo, onde Arch e seu demônio estavam lutando.
Dante corre em direção ao ápice do castelo para impedir Arch de matar o demônio.Quando ele chega no local, era tarde de mais. Arch estava com uma espada cravada na cabeça do demônio.
-Vamos até seu filho? – pergunta Victor esperando Dante o levar até Arch.
-Vamos até o Arch?
-Ele é o Arch! – responde Dante.
-Não o seu corpo. Sua alma! – diz Victor vendo Dante acenar positivamente - Mas saiba que não podemos matar o demônio, só o aprisionaremos. Caso contrário seu filho morrerá junto e nós ficaremos presos em seu corpo para sempre. Vamos seguir meu plano, vamos achá-lo, o aprisionar e sair.
Dante e Victor fizeram um círculo em volta de Arch e fecharam os olhos. Quando eles abriram se viram dento de Arch.
Um lugar descomunal aparece diante de seus olhos. As cenas aparecem e desaparecem, as paredes e chão muda de lugar.
-Vamos Dante. Arch deve estar por aqui.
Uma cena de um castelo aparece e Dante e Victor entram nele.
-Victor, olhe ali – diz Dante apontando para o alto do castelo, onde Arch e seu demônio estavam lutando.
Dante corre em direção ao ápice do castelo para impedir Arch de matar o demônio.Quando ele chega no local, era tarde de mais. Arch estava com uma espada cravada na cabeça do demônio.
Capítulo 11 - A Máscara
Ao ver que era Victor que estava na sua frente, Dante se surpreende. Como um garoto pode aprisionar um demônio em uma máscara? De onde e como ele apareceu na hora em que Dante botou a máscara? Mas suas perguntas não deveriam ser respondidas naquele momento. Dante olhava diretamente para os olhos de Victor como se esperasse que algo saísse de lá. Victor levantou o braço e de seus dedos um tipo de energia azul aparece. Ele coloca sua mão no rosto de Dante que começou a ver sombras rodeando seus olhos, até que percebeu que algo se formou em seu rosto. Dante chega em gente ao espelho e se assusta. Uma máscara havia nascido em seu rosto, seus olhos refletiam as trevas.
-Essa máscara estava dentro de você, presa a seus ossos – diz Victor.
A sombra de dentro de Dante havia sumido, acabando com a chance de submissão à seu demônio. Sua sensação porém mudou, o medo que corria nas veias de seu ser se esconde em áreas de contato direto à sua alma e seu coração.
-Por que procurou a máscara se ela esta dentro de você? – perguntou Victor.
Dante havia se esquecido o motivo de sua procura. Ele retira a máscara que se dissolve entre seus dedos.
-Meu filho.
-O que tem seu filho? – pergunta Victor.
-Ele esta quase submisso a seu demônio. Você precisa desenvolver a máscara dele! – responde Dante.
-Eu não desenvolvo máscaras. Eu apenas a deixo fluir de dentro pra fora.
-E o que eu posso fazer a respeito? – pergunta Dante vendo uma expressão séria sair do rosto de Victor.
-Essa máscara estava dentro de você, presa a seus ossos – diz Victor.
A sombra de dentro de Dante havia sumido, acabando com a chance de submissão à seu demônio. Sua sensação porém mudou, o medo que corria nas veias de seu ser se esconde em áreas de contato direto à sua alma e seu coração.
-Por que procurou a máscara se ela esta dentro de você? – perguntou Victor.
Dante havia se esquecido o motivo de sua procura. Ele retira a máscara que se dissolve entre seus dedos.
-Meu filho.
-O que tem seu filho? – pergunta Victor.
-Ele esta quase submisso a seu demônio. Você precisa desenvolver a máscara dele! – responde Dante.
-Eu não desenvolvo máscaras. Eu apenas a deixo fluir de dentro pra fora.
-E o que eu posso fazer a respeito? – pergunta Dante vendo uma expressão séria sair do rosto de Victor.
Capítulo 10 - Victor H. Necrom
Sem muita opção, Dante começou à procurar um livro de magia para retirar o demônio de Arch. Mas os únicos livros que ele encontrou foram “a arte de feitiços ofensivos” e “o cavaleiro da máscara de ossos”. Como não havia muito tempo até o demônio de Arch acordar, Dante leu no epílogo do livro do cavaleiro para ver do que se tratava, até que viu que era a história de um garoto que lutou contra sua possessão e no caminho da necromancia (a arte de manipular os mortos) conseguiu transformar seu demônio em energia e colocá-lo em uma máscara energética na qual ele fazia aparecer com apenas uma leve passada de mão pelo rosto, e quando a botava obtinha os poderes e o controle de seu demônio. O nome do autor do livro era Victor H. Necrom e o nome do garoto da história também. “Será que ele fez essa historia contando a história dele? O sobrenome Necrom seria apenas um sobrenome ou uma abreviação de necromante?” Várias perguntas rodeavam Dante. O único jeito de salvar seu filho era achando Victor.
O livro não dizia sobre a localização de Victor. A única pista era a dura capa de couro com o nome do livro e do autor. O livro tinha a capa muito grossa para um livro de poucas palavras, e por curiosidade, Dante abriu a capa do livro e de dentro dele caiu uma fina areia na qual ao tocar no chão fez-se uma máscara. Sem muita opção, ele colocou a máscara e viu uma criatura sombria quando uma mão o puxa. Dante olha ao seu redor e vê um garoto aparentemente um pouco mais velho que seu filho com a máscara em seu rosto.
- A máscara só deve ser usada pelo seu dono, isso é, se você quiser permanecer vivo – diz o garoto.
- Você é...
- Victor Necrom.
O livro não dizia sobre a localização de Victor. A única pista era a dura capa de couro com o nome do livro e do autor. O livro tinha a capa muito grossa para um livro de poucas palavras, e por curiosidade, Dante abriu a capa do livro e de dentro dele caiu uma fina areia na qual ao tocar no chão fez-se uma máscara. Sem muita opção, ele colocou a máscara e viu uma criatura sombria quando uma mão o puxa. Dante olha ao seu redor e vê um garoto aparentemente um pouco mais velho que seu filho com a máscara em seu rosto.
- A máscara só deve ser usada pelo seu dono, isso é, se você quiser permanecer vivo – diz o garoto.
- Você é...
- Victor Necrom.
Capítulo 9 - A Sombra do Ódio
Dante perde o controle e pula com a mão em direção ao pescoço do demônio no qual desvia rapidamente e o empurra. Os dois empunham suas espadas e começam a lutar. Dante parecia ser consumido por uma sombra de ódio que o corroia pouco a pouco até sua total obsessão acabar contornando seu coração.
-Vou fazer você se arrepender de seus atos, mas antes vamos para um lugar menos movimentado!
Todos do colégio estavam vendo aquela cena no terraço do colégio, então Dante pegou Arch pelo pescoço, pula do terraço do colégio até a rua indo em direção a um lugar menos movimentado quando o corpo de Arch começa a se contorcer e as sombras de seus olhos começam a sumir.
Dante leva o corpo de seu filho para casa e o acorrenta para que não possa escapar ou atacar alguém. “Será que Arch não percebeu que tinha algo de estranho nele? Que o força a fazer coisas que ele não tinha vontade de fazer? Será que ele sabe que matou a própria mãe?”, pensou Dante.
Sem saber o que fazer, Dante liga para um padre sem explicar a situação e lhe pede para ir a sua casa com urgência.
A campainha toca e Dante vai rapidamente até a porta na esperança de que seja o padre. Realmente era ele que mal entrou perguntou a situação ocorrida para tanta urgência. Dante havia explicado a situação para o padre que não acreditou na história.
-Você é um padre, como não acredita nessas coisas? – pergunta Dante.
- Padres não são obrigados à acreditar. Isso é apenas nosso trabalho, uma escolha que fiz é não acreditar no meu trabalho. Aliás, nós padres não sabemos fazer exorcismos, pois isso é obra da arte mágica na qual não pretendo fazer parte.
Dante se surpreendeu co as palavras do padre. Como eles podem conseguir seguir um caminho no qual não acreditam? Nos pensamentos de Dante os padres fizeram sua própria versão na história passada para obstruir a sombra da estrutura real.
-Vou fazer você se arrepender de seus atos, mas antes vamos para um lugar menos movimentado!
Todos do colégio estavam vendo aquela cena no terraço do colégio, então Dante pegou Arch pelo pescoço, pula do terraço do colégio até a rua indo em direção a um lugar menos movimentado quando o corpo de Arch começa a se contorcer e as sombras de seus olhos começam a sumir.
Dante leva o corpo de seu filho para casa e o acorrenta para que não possa escapar ou atacar alguém. “Será que Arch não percebeu que tinha algo de estranho nele? Que o força a fazer coisas que ele não tinha vontade de fazer? Será que ele sabe que matou a própria mãe?”, pensou Dante.
Sem saber o que fazer, Dante liga para um padre sem explicar a situação e lhe pede para ir a sua casa com urgência.
A campainha toca e Dante vai rapidamente até a porta na esperança de que seja o padre. Realmente era ele que mal entrou perguntou a situação ocorrida para tanta urgência. Dante havia explicado a situação para o padre que não acreditou na história.
-Você é um padre, como não acredita nessas coisas? – pergunta Dante.
- Padres não são obrigados à acreditar. Isso é apenas nosso trabalho, uma escolha que fiz é não acreditar no meu trabalho. Aliás, nós padres não sabemos fazer exorcismos, pois isso é obra da arte mágica na qual não pretendo fazer parte.
Dante se surpreendeu co as palavras do padre. Como eles podem conseguir seguir um caminho no qual não acreditam? Nos pensamentos de Dante os padres fizeram sua própria versão na história passada para obstruir a sombra da estrutura real.
Capítulo 8 - Uma nova raça surge das Trevas
Dante chega ao colégio de Arch e corre em direção ao terraço, onde encontra Tom tentando defender Alice de Arch. Quando Arch viu Dante, seus olhos ficaram amarelos ofuscantes e sua mão foi em direção á sua perna, de onde, misteriosamente surge uma espada descomunal, da qual sua lâmina refletia o medo de todos presentes no local.
-Você quer salvar seu filho, Dante? - diz o demônio de Arch.
-Não adianta tentar ler minha mente. Isso não me impressionara de novo. Entretanto eu quero saber como você foi parar dentro do Arch!
-Entendi. Você acha que eu era o demônio que estava em você? Babaca! – responde o demônio de Arch – Vou te contar uma coisa antes de matá-lo. Depois que você aprisiona um demônio no corpo, você passa a não ser um humano. Você é uma raça diferente, um estilo pouco conhecido. Eu nasci no corpo do seu filho, e não vim parar aqui. Um humano que controla um demônio ou um demônio que controla um humano passa a ser chamado de híbrido!
-Então só agora conseguiu o controle do corpo de meu filho?
-Não. Eu o controlei quando ele fez 5 anos de idade.
Engraçado como ninguém sentiu sua presença!
O demônio riu, seus olhos escorreram sangue. As lágrimas de Arch escorriam de dentro de seu corpo em forma de sangue, um sangue denso que escorria como uma pedra.
-Você é realmente muito esperto pra conseguir controlar o corpo de uma criança e não conseguir fazer ninguém perceber sua presença! – diz Dante.
-Você acha? – disse o demônio com um sorriso sombrio em seu rosto – Sua mulher percebeu!
-Você quer salvar seu filho, Dante? - diz o demônio de Arch.
-Não adianta tentar ler minha mente. Isso não me impressionara de novo. Entretanto eu quero saber como você foi parar dentro do Arch!
-Entendi. Você acha que eu era o demônio que estava em você? Babaca! – responde o demônio de Arch – Vou te contar uma coisa antes de matá-lo. Depois que você aprisiona um demônio no corpo, você passa a não ser um humano. Você é uma raça diferente, um estilo pouco conhecido. Eu nasci no corpo do seu filho, e não vim parar aqui. Um humano que controla um demônio ou um demônio que controla um humano passa a ser chamado de híbrido!
-Então só agora conseguiu o controle do corpo de meu filho?
-Não. Eu o controlei quando ele fez 5 anos de idade.
Engraçado como ninguém sentiu sua presença!
O demônio riu, seus olhos escorreram sangue. As lágrimas de Arch escorriam de dentro de seu corpo em forma de sangue, um sangue denso que escorria como uma pedra.
-Você é realmente muito esperto pra conseguir controlar o corpo de uma criança e não conseguir fazer ninguém perceber sua presença! – diz Dante.
-Você acha? – disse o demônio com um sorriso sombrio em seu rosto – Sua mulher percebeu!
Capítulo 7 - Domínio
-O que você anda fazendo na hora do recreio? Diga com sinceridade – pergunta Alice para Arch como última opção para não precisar segui-lo para saber o que fazia.
-Se eu dissesse você não acreditaria, mas sem querer ser chato não quero contar – responde Arch quando tocou o sinal do recreio.
Arch pegou sua mochila e saiu da sala enquanto Tom e Alice o seguiam sem que ele notasse. Ele foi até o terraço do colégio e começou a falar aparentemente consigo mesmo. Seus dois amigos só o observavam conversando sozinho.
-Como eu posso te ver? – pergunta Arch com seu interior – Como posso te libertar?
-Olhe para dentro de você – diz uma voz misteriosa – Eu sou o único dentro de você.
Arch fecha os olhos e se vê em um, mundo de luz e trevas, procurando dono da voz misteriosa quando de repente uma mão o agarra, o deixa inconsciente e toma o controle de seu corpo.
-Vai procurar ajuda Tom. Arch parece estar mal. Ele está se retorcendo todo – diz Alice para Tom que sai à procura de ajuda.
O demônio interior de Arch toma controle de seu corpo. Seus olhos foram cobertos por uma sombra que parece transformar o mundo de luz que traz a felicidade em um mundo de trevas que traz a escuridão e o medo.
Tom foi até o telefone do colégio e ligou para Dante. Ele explicou a situação pelo que pode entender e falou que Alice estava junto com ele. Dante ao ouvir isso largou o telefone correu com sua espada em direção ao colégio de Arch. Mas Dante pensava, se Alice estivesse a ponto de ser morta, ele teria coragem de matar Arch?
-Se eu dissesse você não acreditaria, mas sem querer ser chato não quero contar – responde Arch quando tocou o sinal do recreio.
Arch pegou sua mochila e saiu da sala enquanto Tom e Alice o seguiam sem que ele notasse. Ele foi até o terraço do colégio e começou a falar aparentemente consigo mesmo. Seus dois amigos só o observavam conversando sozinho.
-Como eu posso te ver? – pergunta Arch com seu interior – Como posso te libertar?
-Olhe para dentro de você – diz uma voz misteriosa – Eu sou o único dentro de você.
Arch fecha os olhos e se vê em um, mundo de luz e trevas, procurando dono da voz misteriosa quando de repente uma mão o agarra, o deixa inconsciente e toma o controle de seu corpo.
-Vai procurar ajuda Tom. Arch parece estar mal. Ele está se retorcendo todo – diz Alice para Tom que sai à procura de ajuda.
O demônio interior de Arch toma controle de seu corpo. Seus olhos foram cobertos por uma sombra que parece transformar o mundo de luz que traz a felicidade em um mundo de trevas que traz a escuridão e o medo.
Tom foi até o telefone do colégio e ligou para Dante. Ele explicou a situação pelo que pode entender e falou que Alice estava junto com ele. Dante ao ouvir isso largou o telefone correu com sua espada em direção ao colégio de Arch. Mas Dante pensava, se Alice estivesse a ponto de ser morta, ele teria coragem de matar Arch?
Capítulo 6 - Arch
20 anos depois...
-Proteja a retaguarda, a espada não serve apenas para o ataque, filho.
-Quanto mais eu protejo, mais eu perco a força para o ataque e acabo demorando em acabar com o oponente.
-É melhor demorar em acabar com ele do que ele rapidamente acabar com você.
-Como você sabe que isso vai acontecer. Você luta pra se defender, mas nunca lutou pela sua vida, Dante.
Dante teve um filho, Arch. Sua mulher morreu de forma misteriosa quando ele tinha apenas cinco anos. Agora Arch tem 13 anos e seu pai o ensina a lutar com espadas devido à cena que sempre lhe vem à cabeça, o bilhete na espada em que Celina foi morta. Dante sabia que os demônios iriam voltar, mas tinha mais medo de seu filho ter recebido ao nascer o seu demônio interior.
Arch já estava na sétima série em uma escola não muito longe do bairro em que mora. Ele era muito inteligente, mas bem estranho e apesar de conhecer todos da sala, só falava com Alice e Tom. Muitas vezes ele sumia na hora do recreio e só reaparecia no reinício das aulas, na maioria das vezes com a roupa toda rasgada e sangrando. Todos o perguntavam o que havia acontecido, mas ele não respondia, nem pra seu pai. Tom e Alice estavam formando um plano para ver o que Arch fazia no dia seguinte.
O dia passa.
-Dante, estou indo pra escola – diz Arch.
-Pode ir, mas na volta vem direto que eu preciso falar com você – responde Dante.
Arch foi pra escola.
-Não precisa me lembrar. Hoje eu te libertarei e você não esqueça da espada que vai me dar – diz Arch com uma voz misteriosa que vem de dentro dele.
-Proteja a retaguarda, a espada não serve apenas para o ataque, filho.
-Quanto mais eu protejo, mais eu perco a força para o ataque e acabo demorando em acabar com o oponente.
-É melhor demorar em acabar com ele do que ele rapidamente acabar com você.
-Como você sabe que isso vai acontecer. Você luta pra se defender, mas nunca lutou pela sua vida, Dante.
Dante teve um filho, Arch. Sua mulher morreu de forma misteriosa quando ele tinha apenas cinco anos. Agora Arch tem 13 anos e seu pai o ensina a lutar com espadas devido à cena que sempre lhe vem à cabeça, o bilhete na espada em que Celina foi morta. Dante sabia que os demônios iriam voltar, mas tinha mais medo de seu filho ter recebido ao nascer o seu demônio interior.
Arch já estava na sétima série em uma escola não muito longe do bairro em que mora. Ele era muito inteligente, mas bem estranho e apesar de conhecer todos da sala, só falava com Alice e Tom. Muitas vezes ele sumia na hora do recreio e só reaparecia no reinício das aulas, na maioria das vezes com a roupa toda rasgada e sangrando. Todos o perguntavam o que havia acontecido, mas ele não respondia, nem pra seu pai. Tom e Alice estavam formando um plano para ver o que Arch fazia no dia seguinte.
O dia passa.
-Dante, estou indo pra escola – diz Arch.
-Pode ir, mas na volta vem direto que eu preciso falar com você – responde Dante.
Arch foi pra escola.
-Não precisa me lembrar. Hoje eu te libertarei e você não esqueça da espada que vai me dar – diz Arch com uma voz misteriosa que vem de dentro dele.
Capítulo 5 - Tomando o controle
Dante imobilizou o demônio que suplicou para não mata-lo e disse:
-Não irei matá-lo, mas não o deixarei bem – Dante estendeu a mão em direção ao demônio – eu irei te aprisionar dentro do meu corpo.
Dante fez um feitiço de aprisionar almas em corpos humanos que ouviu sua irmã dizer enquanto lia um livro de magia. No mundo real, o preparativo para o ritual estava pronto, mas Dante já conseguia controlar seu corpo, mas os demônios não sabiam. A única coisa que faltava era o demônio tomar forma e falar aniquilar humanos, mas como Dante estava no controle, ele fechou os olhos e penetrou dentro do selo de salomão, o feitiço de aprisionamento, e puxou o demônio para fora. Dante virou um demônio, tomou forma e poder de seu demônio interior para acabar com a ameaça dos demônios. Um dos demônios lhe disse:
-Enfie essa espada no chão que seu poder espiritual passara do seu corpo para a espada e diga aniquilar, e o nome dessa raça repugnante que vamos extinguir do mundo.
Logo Dante disse quando enfiou a espada no chão:
-Aniquilar...
Os demônios se exaltaram, era chegado o momento que eles esperavam. Dante repetiu:
-Aniquilar – e continuou até o fim – DEMÔNIOS.
Os demônios se queimaram do nada até virarem pó. Dante voltou à forma humana. Tudo acabou. O mundo foi salvo, e a guerra entre os soviéticos havia acabado.
Dante foi correndo ver Celina, seu coração batia tão forte que se as pessoas pudessem ouvir, elas dançariam em seu rápido ritmo. Dante chegou ao local e viu Celina morta, cheia de sangue, estirada no chão, com uma espada atravessada em seu corpo. Dante viu um bilhete na espada dizendo: Ainda não acabou, ESPARDA
-Não irei matá-lo, mas não o deixarei bem – Dante estendeu a mão em direção ao demônio – eu irei te aprisionar dentro do meu corpo.
Dante fez um feitiço de aprisionar almas em corpos humanos que ouviu sua irmã dizer enquanto lia um livro de magia. No mundo real, o preparativo para o ritual estava pronto, mas Dante já conseguia controlar seu corpo, mas os demônios não sabiam. A única coisa que faltava era o demônio tomar forma e falar aniquilar humanos, mas como Dante estava no controle, ele fechou os olhos e penetrou dentro do selo de salomão, o feitiço de aprisionamento, e puxou o demônio para fora. Dante virou um demônio, tomou forma e poder de seu demônio interior para acabar com a ameaça dos demônios. Um dos demônios lhe disse:
-Enfie essa espada no chão que seu poder espiritual passara do seu corpo para a espada e diga aniquilar, e o nome dessa raça repugnante que vamos extinguir do mundo.
Logo Dante disse quando enfiou a espada no chão:
-Aniquilar...
Os demônios se exaltaram, era chegado o momento que eles esperavam. Dante repetiu:
-Aniquilar – e continuou até o fim – DEMÔNIOS.
Os demônios se queimaram do nada até virarem pó. Dante voltou à forma humana. Tudo acabou. O mundo foi salvo, e a guerra entre os soviéticos havia acabado.
Dante foi correndo ver Celina, seu coração batia tão forte que se as pessoas pudessem ouvir, elas dançariam em seu rápido ritmo. Dante chegou ao local e viu Celina morta, cheia de sangue, estirada no chão, com uma espada atravessada em seu corpo. Dante viu um bilhete na espada dizendo: Ainda não acabou, ESPARDA
Capítulo 4 - Promessas do passado
Dante estendeu sua espada em direção ao demônio, fechou os olhos e do nada se viu na casa onde morava quando era criança. Ele tinha 10 anos, Celina estava brincando no quintal e seus pais haviam saído. De repente o telefone toca e uma voz desconhecida anuncia a morte de seus pais. A cena muda e Dante se vê no orfanato com Celina 5 anos após a morte de seus pais. Dante havia perguntado a Celina se ela realmente queria ficar no orfanato. Celina responde chorando:
-Não, quero ir embora, eu quero sair daqui e ir pra qualquer lugar. Mas pra onde?
-Eu darei um jeito, não se preocupe. Eu te prometo que nunca a deixarei sozinha – disse Dante.
Dante abriu seus olhos e estava lá apontando a espada para o demônio. Então ele disse:
-Você diz que o único motivo é desafiar a morte, mas meu motivo é outro – diz Dante com os olhos vermelhos brilhando, escorrendo lágrimas de sangue – meu motivo eu conservarei, eu fiz uma promessa, disse que ia protegê-la. Meu motivo é minha promessa. E promessas são a prova de falhas – disse correndo em direção ao demônio para atacá-lo.
A velocidade de Dante estava inexplicavelmente alta, não dava tempo para fugir de seus ataques. Sua força havia aumentado como se algo que estava escondido dentro dele estivesse conseguido um meio de se expor. O demônio não conseguia prever seus movimentos.
-Você não sabe por que não consegue ver meus movimentos? –disse Dante.
-Como você sabe? – responde o Demônio.
Dante com um sorriso sombrio no rosto diz:
-Eu li sua mente.
-Não, quero ir embora, eu quero sair daqui e ir pra qualquer lugar. Mas pra onde?
-Eu darei um jeito, não se preocupe. Eu te prometo que nunca a deixarei sozinha – disse Dante.
Dante abriu seus olhos e estava lá apontando a espada para o demônio. Então ele disse:
-Você diz que o único motivo é desafiar a morte, mas meu motivo é outro – diz Dante com os olhos vermelhos brilhando, escorrendo lágrimas de sangue – meu motivo eu conservarei, eu fiz uma promessa, disse que ia protegê-la. Meu motivo é minha promessa. E promessas são a prova de falhas – disse correndo em direção ao demônio para atacá-lo.
A velocidade de Dante estava inexplicavelmente alta, não dava tempo para fugir de seus ataques. Sua força havia aumentado como se algo que estava escondido dentro dele estivesse conseguido um meio de se expor. O demônio não conseguia prever seus movimentos.
-Você não sabe por que não consegue ver meus movimentos? –disse Dante.
-Como você sabe? – responde o Demônio.
Dante com um sorriso sombrio no rosto diz:
-Eu li sua mente.
Capítulo 3 - Dentro de si
Dante se sentiu diferente, sombrio, sua expressão mudou, ele sentia que algo tinha acontecido e parecia que sua sede de sangue havia tomado seu corpo. O demônio o estava tomando pouco a pouco, mas Dante parecia bem, como se nenhuma bala pudesse ferir seu corpo. Os demônios chegaram ao Brasil para se juntar ao seu líder, matando todos que estavam no caminho. Enquanto isso Dante matava os soviéticos, quando de repente os demônios aparecem e o atacam para o demônio interno de Dante tomar forma mais rápido. Mas o esforço era em vão, pois essa luta só resultava na morte de vários demônios. Ao sentir que luta não servia pra nada, se afastaram, sem perder Dante de vista, quando de repente o demônio toma corpo de Dante, lidera seu exercito e cria uma torre onde seria executado um ritual para acabar com a vida de todos os humanos. Enquanto isso Dante se viu em um lugar sombrio, onde ele só via uma estranha criatura, logo deduziu que ele estava dentro da sua mente.
O demônio que havia possuído seu corpo estava prestes a tomar sua verdadeira forma, o único fator que impedia sua posse era o fato de Dante estar vivo em sua mente. A criatura atacava Dante em sua mente para tornar o corpo de sua verdadeira forma enquanto a guerra continuava chegando a ponto de explodirem o Brasil para que a ameaça não possa se espalhar para o resto do planeta. Os Estados Unidos já havia decidido que se a ameaça chegasse até o México, eles teriam que explodir os países ao sul dele. Dante fazia mais que o impossível para derrotar demônio, mas o impossível parecia não ser o bastante. Dante pensou em Celina, como ela sobreviveria sem ele.
-A esqueça, o único motivo para sobreviver é viver desafiando a morte - disse o demônio.
O demônio podia ler a sua mente, logo também poderia saber seus movimentos futuros. Com a fúria em seu peito Dante disse:
-Você quer acabar comigo, tudo bem. Vou dificultar a sua situação e mostrar e verdadeira força da minha alma.
O demônio que havia possuído seu corpo estava prestes a tomar sua verdadeira forma, o único fator que impedia sua posse era o fato de Dante estar vivo em sua mente. A criatura atacava Dante em sua mente para tornar o corpo de sua verdadeira forma enquanto a guerra continuava chegando a ponto de explodirem o Brasil para que a ameaça não possa se espalhar para o resto do planeta. Os Estados Unidos já havia decidido que se a ameaça chegasse até o México, eles teriam que explodir os países ao sul dele. Dante fazia mais que o impossível para derrotar demônio, mas o impossível parecia não ser o bastante. Dante pensou em Celina, como ela sobreviveria sem ele.
-A esqueça, o único motivo para sobreviver é viver desafiando a morte - disse o demônio.
O demônio podia ler a sua mente, logo também poderia saber seus movimentos futuros. Com a fúria em seu peito Dante disse:
-Você quer acabar comigo, tudo bem. Vou dificultar a sua situação e mostrar e verdadeira força da minha alma.
Capítulo 2 - Invasões
A guerra estava se desenrolando. Uma família comum como qualquer outra que vivia no Brasil já estava se preparando para sair do país quando o governo decidiu o capitalismo com medo de a União Soviética enviar tropas para acabar com a população do Brasil. Era uma família constituída de apenas duas pessoas, dois irmãos, Dante e Celina. Dante tinha 17 anos, era um grande especialista na arte da luta com espadas e por causa da guerra aprendeu a usar uma arma melhor que qualquer um. Celina tinha 13 anos, gostava de ler livros de magia e as praticava quando seu irmão não via, pois Dante não gostava do fato de usar magia quando não se é preciso. Dias antes da sua fuga do país a guerra chegou ao Brasil. A União Soviética havia mandado tropas militares pelos mares do oceano atlântico que atacavam as regiões costeiras onde Dante e Celina viviam.
Dante se escondeu com Celina, fugindo das tropas da URSS. Ele a levou para um esconderijo num lugar onde ninguém passava, em uma parte escondida no solo de um gramado sintético e a deixou lá por segurança e foi lutar. Dante os intimidava com uma espada na mão direita e uma pistola na mão esquerda. Seus reflexos eram ótimos e sua adrenalina corria forte e involuntariamente fazendo seu corpo realizar técnicas fora da realidade estrutural. Ele ia correndo à procura dos soviéticos e quando os achava, atirava a longo alcance. Ele era tão rápido que ao invés de uma espada parecia ser sua alma em forma de lâmina que protegia seu corpo de ferimentos. Mas o perigo estava apenas começando, pois os demônios haviam invadido o mundo humano e estavam espalhados pela América do Sul. O líder deles era um espírito procurando um corpo de quem fosse um ótimo lutador. Quando viu Dante com suas diferentes e efetivas técnicas o espírito foi até seu corpo e o possuiu.
Dante se escondeu com Celina, fugindo das tropas da URSS. Ele a levou para um esconderijo num lugar onde ninguém passava, em uma parte escondida no solo de um gramado sintético e a deixou lá por segurança e foi lutar. Dante os intimidava com uma espada na mão direita e uma pistola na mão esquerda. Seus reflexos eram ótimos e sua adrenalina corria forte e involuntariamente fazendo seu corpo realizar técnicas fora da realidade estrutural. Ele ia correndo à procura dos soviéticos e quando os achava, atirava a longo alcance. Ele era tão rápido que ao invés de uma espada parecia ser sua alma em forma de lâmina que protegia seu corpo de ferimentos. Mas o perigo estava apenas começando, pois os demônios haviam invadido o mundo humano e estavam espalhados pela América do Sul. O líder deles era um espírito procurando um corpo de quem fosse um ótimo lutador. Quando viu Dante com suas diferentes e efetivas técnicas o espírito foi até seu corpo e o possuiu.
Capítulo 1 - Vivendo em guerra
Em nosso mundo, todos nós vivíamos em paz após o término da Segunda Guerra Mundial, até que uma pessoa se tornou a chave de união entre o nosso mundo e mundo dos espíritos e demônios.
O Anjo da Morte
Mas a história não começa aqui. Enquanto a segunda guerra mundial afetava vários países para formar linhas entre a rivalidade entre o capitalismo e o socialismo, o Brasil não se decidira a que lado ficar apesar da forte influência dos Estados Unidos para um país capitalista. As pessoas já sabiam que se o Brasil chegasse a escolher um lado, o outro lado mandaria tropas e traria a guerra para América do Sul para acabar com os países que escolheram esse lado.
Enquanto isso em um mundo em que os humanos desconhecem, um mundo de criaturas bizarras, espíritos e demônios formam uma invasão para o mundo humano para matar as pessoas de forte pressão espiritual para não ter quem possa aniquilá-los. O líder deles era o espírito de um demônio de classe nobre onde muitos queriam chegar a ser metade do que ele era. As classes são death, a classe mais fraca, os warriors, guerreiros mais fortes que os death, os vanguards, que era uma classe de grande força e influência que era a classe do líder dos espíritos, nomeado pela idéia e plano, mas havia uma classe mais forte, os vastro lordes. Espíritos de classe vanguard e vastro lordes era uma elite que tinha o objetivo de acabar com os humanos mais fortes que pelos demônios eram chamados de esparda.
O Anjo da Morte
Mas a história não começa aqui. Enquanto a segunda guerra mundial afetava vários países para formar linhas entre a rivalidade entre o capitalismo e o socialismo, o Brasil não se decidira a que lado ficar apesar da forte influência dos Estados Unidos para um país capitalista. As pessoas já sabiam que se o Brasil chegasse a escolher um lado, o outro lado mandaria tropas e traria a guerra para América do Sul para acabar com os países que escolheram esse lado.
Enquanto isso em um mundo em que os humanos desconhecem, um mundo de criaturas bizarras, espíritos e demônios formam uma invasão para o mundo humano para matar as pessoas de forte pressão espiritual para não ter quem possa aniquilá-los. O líder deles era o espírito de um demônio de classe nobre onde muitos queriam chegar a ser metade do que ele era. As classes são death, a classe mais fraca, os warriors, guerreiros mais fortes que os death, os vanguards, que era uma classe de grande força e influência que era a classe do líder dos espíritos, nomeado pela idéia e plano, mas havia uma classe mais forte, os vastro lordes. Espíritos de classe vanguard e vastro lordes era uma elite que tinha o objetivo de acabar com os humanos mais fortes que pelos demônios eram chamados de esparda.
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