Dante achou que era tarde demais. Arch havia enfiado a espada na cabeça do demônio. Então ele retira a espada e o demônio começa a curar-se.
-Dante, ainda não é tarde – grita Victor ainda na base do castelo – ele não pode morrer, seu filho está com medo e isso impedirá a morte do demônio.
Dante puxa sua espada.
-Como posso puxar a máscara? – pergunta Dante a Victor.
-Corte a ponta de seu dedo e passe no seu rosto.
Dante assim fez, mordeu a ponta do dedo e passou em seu rosto no qual saiu um líquido branco espesso que endureceu rápido em seu rosto formando a máscara. Ele se junta a Arch na luta quando o demônio corta superficialmente o braço de seu filho que cai deixando sua espada de lado. Dante vê seu filho gritando de dor e de acordo com suas emoções o tempo e o cenário mudaram. Começou a chover forte, e seus pingos caiam na velocidade das lágrimas de Arch.
-Arch, me escuta! Você deve imaginar esse demônio sendo preso em algo. Tudo que você pensa é real aqui, nós podemos detê-lo. – diz Dante.
-Não, eu não consigo!
-Claro que você pode! Você é como eu, você é um esparda!
Arch fez uma feição de mal entendido para Dante.
-Bem o que você é não importa, você deve acabar com ele!
-Pai, ele me aterroriza. Eu não consigo imaginar isso!
-Ter medo é normal, Arch. Faz parte de nós, mas o que fazemos com o nosso medo que nos diferencia como ser humano.
-Ele é muito forte, desculpa pai.
-Não peço que você faça por mim ou por você. Peço que faça por ela, que foi vítima dessa criatura. Você tem a chance de vingá-la e dar paz a sua alma.
-De quem você esta falando? – pergunta Arch.
-Sua mãe.
Os olhos de Arch começaram a lacrimejar e de dentro dele seus ossos começaram a crescer e saem de seu corpo indo em direção ao demônio que não consegue fugir e acaba sendo preso. Dante chega perto do demônio e o aprisiona no corpo de Arch.
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